terça-feira, 5 de junho de 2012

Quais são as suas explicações?

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Professor: Você é cristão, filho?

Aluno: Sim, senhor.

Professor: Então, você acredita em Deus?

Aluno: Absolutamente, senhor.

Professor: Deus é bom?

Aluno: Claro!

Professor: Deus é todo poderoso?

Aluno: Sim.

Professor: Meu irmão morreu de câncer, embora ele orasse a Deus para curá-lo. A maioria de nós tentaria ajudar outras pessoas que estão doentes. Mas Deus não o fez. Como isso é um bom Deus, então? Hmm?

(Estudante ficou em silêncio.)

Professor: Você não pode responder, não é? Vamos começar de novo, meu rapaz. Deus é bom?

Aluno: Sim.

Professor: E Satanás é bom?

Aluno: Não.

Professor: De onde é que Satanás vem?

Aluno: A partir de... DEUS.

Professor: Isso mesmo. Diga-me, filho, existe o mal neste mundo?

Aluno: Sim.

Professor: O mal está em toda parte, não é? E Deus fez tudo. Correto?

Aluno: Sim.

Professor: Então, quem criou o mal?

(Estudante não respondeu.)

Professor: Existe doença? Imoralidade? Ódio? Feiura? Todas estas coisas terríveis existem no mundo, não é?

Aluno: Sim, senhor.

Professor: Então, quem as criou?

(Estudante não tinha resposta.)

Professor: A ciência diz que você tem 5 sentidos que usa para identificar e observar o mundo ao seu redor. Diga-me, filho, você já viu DEUS?

Aluno: Não, senhor.

Professor: Diga-nos se você já ouviu o seu Deus?

Aluno: Não, senhor.

Professor: Você já sentiu o seu Deus, provou o seu DEUS, cheirou o seu Deus? Alguma vez, você já teve qualquer percepção sensorial de DEUS?

Aluno: Não, senhor. Desculpe-me, mas eu não tive.

Professor: Mas você ainda acredita nEle?

Aluno: Sim.

Professor: De acordo com o protocolo empírico, testável, demonstrável da Ciência, o seu Deus não existe. O que você acha disso, filho?

Aluno: Nada. Eu só tenho a minha fé.

Professor: Sim, fé. É com isso que a Ciência tem problema.

Aluno: Professor, existe tal coisa como o calor?

Professor: Sim.

Aluno: E existe tal coisa como o frio?

Professor: Sim.

Aluno: Não, senhor. Não há.

(O auditório ficou muito quieto com essa sucessão de eventos.)

Aluno: Professor, o senhor pode ter muito calor, e ainda mais calor, superaquecimento, calor branco, pouco calor ou nenhum calor. Mas não temos nada que se chame frio. Podemos atingir -236 graus abaixo de zero, que não é calor, mas não podemos ir mais longe que isso. O frio não existe. Frio é apenas uma palavra que usamos para descrever a ausência de calor. Não podemos medir o frio. O calor é energia. Frio não é o oposto de calor, senhor, apenas a ausência dele.

(Havia silêncio no auditório.)

Estudante: E sobre a escuridão, Professor? Existe tal coisa como a escuridão?

Professor: Sim. O que é noite, se não existe a escuridão?

Estudante: O senhor está errado novamente. A escuridão é a ausência de algo. Você pode ter pouca luz, a luz normal, luz brilhante, luz piscante. Mas se você não tem luz, constantemente, você não tem nada, e isso é chamado de escuridão, não é? Na realidade, não é. Se isso fosse correto, você seria capaz de fazer mais escura a escuridão, não seria?

Professor: Então, a qual ponto você quer chegar, rapaz?

Aluno: Senhor, o meu ponto é que a sua premissa filosófica é falha.

Professor: Falha? Você pode explicar como?

Aluno: Professor, o senhor está trabalhando na premissa da dualidade. O senhor argumenta que há vida e há morte, um Deus bom e um Deus mau. O senhor está vendo o conceito de Deus como algo finito, algo que podemos medir. Senhor, a Ciência não pode explicar um pensamento. Ela usa a eletricidade e o magnetismo, mas nunca os viu, muito menos, completamente, compreendeu qualquer um deles. Ver a morte como o oposto da vida é ser ignorante do fato de que a morte não pode existir como algo substantivo.
A morte não é o oposto da vida: apenas a ausência dela. Agora diga-me, Professor, você ensina a seus alunos que eles evoluíram de um macaco?

Professor: Se você está se referindo ao processo evolutivo natural, sim, claro, eu faço.

Estudante: Você já observou a evolução com seus próprios olhos, senhor?

(O professor balançou a cabeça com um sorriso, começando a perceber para onde o argumento estava indo.)

Estudante: Como ninguém jamais observou o processo de evolução em trabalho e não pode sequer provar que este processo é um empreendimento em curso. Você não está ensinando a sua opinião, senhor? Você não é um cientista, mas um pregador?

(A classe estava em alvoroço.)

Aluno: Existe alguém na classe que já viu o cérebro do professor?

(A classe explodiu em gargalhadas.)

Aluno: Existe alguém aqui que já ouviu o cérebro do professor, sentiu, tocou ou cheirou? Ninguém parece ter feito isso. Assim, de acordo com as regras estabelecidas de protocolos empíricos, estáveis e comprovados, a Ciência diz que você não tem cérebro, senhor. Com todo o respeito, senhor, como confiar em suas palestras?

(A sala ficou em silêncio. O Professor olhou para o aluno, com o rosto insondável.)

Professor: Eu acho que você vai ter que tomá-las pela fé, filho.

Aluno: É isso, senhor ... Exatamente! O elo entre o homem e Deus é fé. Isso é tudo o que mantém as coisas vivas e em movimento.

Autor Desconhecido

P.S.:
Acredito que você tenha gostado da conversa. E se assim for, você, provavelmente, vai querer que seus amigos e colegas aproveitem o mesmo, não vai?

Transmita isso para aumentar seu conhecimento ou fé.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

Servir a Deus

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“E tudo quanto fizerdes, fazei-o de coração, como ao Senhor, e não aos homens”. (Colossenses 3:23)

Como servir a um Deus que não conhecemos? Como ser fiel ou demonstrar temor aquele que não vemos?

 

Pessoas dentro das igrejas ou até mesmo não freqüentastes de nenhuma religião dizem servir a Deus, conhecerem, temerem a um Deus a qual elas apenas ouviram falar de sua existência, mais nunca tiveram um encontro ou se quer provaram o seu poder.

 

Como o versículo nos diz para servir a Deus de todo nosso coração, e não a homens, vemos nos tempos em que vivemos grandes lideres de igrejas sendo adorados como se fosse Deus, homens pecadores como qualquer um, que sem sombra de duvida foram apenas chamados e não escolhidos por Deus, que ama chamar atenção na mídia, engana o povo, Esses homens servem a si mesmos e não a Deus, porque não o conhecem.

 

Um requisito fundamental para servir a Deus (Ganhar alma, ser um obreiro, pastor, bispo, etc.), é conhecê-lo, é ter uma experiência com Ele.

 

Se você faz a obra de Deus de alguma forma e vê que não nasceu Dele, procure rever seus conceitos, e busque ter um encontro verdadeiro com Ele.

 

Lembre-se: "Pois que aproveita ao homem ganhar o mundo inteiro, se perder a sua alma? Ou que dará o homem em recompensa da sua alma?" (Mateus 16:26).

Deus abençoe a todos.

 

Obr. Paulo Otávio

quarta-feira, 16 de maio de 2012

#Sabedoria

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sexta-feira, 11 de maio de 2012

O Cardo de Jerusalém

Na segunda metade do século passado, arqueólogos descobriram a principal via da época do apogeu da Cidade Velha

 

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A Cidade Velha de Jerusalém era cortada por uma larga rua de norte a sul, com duas fileiras cobertas por telhas em ambos os lados, abrigando várias lojas. Era a principal via do Cardo, a área comercial da urbe.

Descoberto após ampla escavação na década de 70 do século passado pela equipe do arqueólogo Nahman Avigad, da Universidade Hebraica de Jerusalém, um trecho de cerca de 200 metros da famosa via do Cardo mostrou grande parte do calçamento original e das colunas que sustentavam os telhados no Quarteirão Judeu. Esta parte data da época do imperador Justiniano (primeira metade do século 6).

 

Uma porção mais nova da rua comercial foi construída no período do domínio romano, começando no Portão de Damasco. A pista central original tinha 12 metros de largura. Se somarmos a ela os espaços laterais, o das lojas e calçadas, a largura chega a 22 metros, o equivalente a uma via com quatro pistas nos dias de hoje.

O cardo servia comercialmente a toda área metropolitana de Jerusalém na era bizantina, tanto aos moradores quanto aos peregrinos. Várias igrejas ficavam nos arredores. As duas carreiras de colunas cilíndricas suportavam um longo pergulado de madeira que protegia as bancas e lojas do sol e da chuva. Uma parte da estrutura do telhado foi refeita para os turistas terem uma ideia de como era originalmente.

 

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(Fonte: Arca Universal)

PC# Quando é melhor formatar?

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Não é necessário formatar o seu computador sempre que ele começa a apresentar problemas decorrentes do uso cotidiano, como lentidão e até mesmo algumas travadas. Às vezes, existem soluções muito mais simples e tão eficazes quanto apagar todo o conteúdo do disco e reinstalar o sistema operacional.

Entretanto, há casos em que nem usar limpadores, otimizadores, programas antivírus ou “reza braba” resolve o problema. Nesse momento, não há outra saída senão formatar o computador para que ele retorne ao estado zero, permitindo que você retome suas atividades sem maiores dificuldades.

É sempre importante deixar claro que a formatação é a última opção para resolver um problema do computador. Quando você quer solucionar complicações da máquina, muitas vezes realizar outras tarefas de manutenção é suficiente. É óbvio, porém, que casos extremos exigem medidas mais trabalhosas, como remover todo o conteúdo do disco rígido.

 

(Fonte: TecMundo)

UNIFAFIBE–Feira de Profissões

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É ISSO AE GALERA, A 3ª FEIRA DE PROFISSÕES DA UNIFAFIBE, FACULDADE DE BEBEDOURO, JA ABRIL INSCRIÇÕES PARA AS PALESTRAS, TERÁ INICIO NO DIA 24 E SE ENCERRARÁ NO DIA 25 DE MAIO, ACESSANDO O SITE VOCÊ TERÁ A LISTA DAS PALESTRA E HORÁRIOS, PARA SE INSCREVER BASTA COLOCAR SEU NOME E SEU E-MAIL, É MUITO FACIL E SIMPLES.

 

ACESSE: http://www.unifafibe.com.br/feiradeprofissoes/

Adivinha a música

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